quarta-feira, junho 08, 2016

Download Livros para Pesquisas


Segue dica de download de livros de Segurança do Trabalho.




http://www.protecao.com.br/download/livros/

http://www.protecao.com.br/materias/download_livros_pesquisas/livro_saude_e_seguranca_do_trabalho_na_construcao_civil_brasileira/AJjiAA

http://www.protecao.com.br/materias/download_livros_pesquisas/nanotecnologia:_o_transporte_para_um_novo_universo/A5y5AA

http://www.protecao.com.br/materias/download_livros_pesquisas/nanotecnologia:_um_universo_em_construcao/A5y5AQ

http://www.protecao.com.br/materias/download_livros_pesquisas/saude_e_seguranca_do_trabalho_no_brasil:_aspectos_institucionais,_sistemas_de_informacao_e_indicadores/A5jyAJ

http://www.protecao.com.br/materias/download_livros_pesquisas/pesquisa_do_sintesp_aponta_problemas_na_formacao_dos_profissionais_em_sst/AJjgJa

http://www.fundacentro.gov.br/biblioteca/biblioteca-digital





sexta-feira, junho 03, 2016

Fábrica de papel de Suzano pega Fogo

Nos últimos tempos a segurança do trabalho esta sendo negligenciada pois nos últimos dois anos muitos acidentes de grandes proporções vem acontecendo pelo Brasil:

Alguns acidentes

-Acidente " Morre colaborador" Fatal dentro CIA Suzano - Suzano
-Explosão de uma caldeira na Heineken-  em Jacarei
-Incêndio nos tanques da empresa Ultracargo em Santos, São Paulo

-Rompimento de barragem em Mariana

-Incêndio na CIA Suzano - Suzano

O sindicatos o MPT ( Ministério Publico do Trabalho)  não estão fazendo nada para prevenir os acidentes de trabalhos.
O sindicalistas por sua vez esta interessando na contribuição sindical ganhando dinheiro sem fazer absolutamente nada.
Quem defende sindicalista tem que prestar atenção na raiz da causa pois toda vez que um colaborador ganha aumento, o sindicato por sua vez ganha um aumento   na arrecadação através  das contribuições sindicais.
O sindicato não pensa no bem estar de seus associados e sim em receber dinheiro sem fazer absolutamente nada, sem contra - partida.
Mais voltando ao assunto da CIA SUZANO no  ano passado já havia morrido um colaborador esmagado com uma bobina de papel.
A CIA SUZANO esta virando uma fabrica de acidentes e não mais uma fabrica de papel a direção da empresa tem que tomar providencias alguém deve ser punido o sindicato deve participar da investigação desse incidente lamentável.
A sociedade de forma geral quer e exige  esclarecimentos sobre ocorrido não adianta tentar abafar pois poderia acontecer uma tragedia muito maior 
Para que não conhece CIA SUZANO ela fica ao lado de uma bairro residencial entre Mogi das Cruzes - Suzano, se tivesse pegado fogo nas casas ao redor da fabrica quem garante que não poderá pegar fogo futuramente.
A CIA SUZANO  era motivo de orgulho para moradores de Mogi das Cruzes e Suzano agora e motivo de vergonha pois uma empresa que não zela pelos seus colaboradores não merece respeito.
Agora vamos aguardar cenas dos próximos capítulos de uma tragedia grega.


video

video

video


video

quinta-feira, junho 02, 2016

Quase 46 milhões vivem regime de escravidão no mundo



.
Data: 30/05/2016 / Fonte: G1 



Ao menos 45,8 milhões de pessoas vivem hoje uma situação de escravidão moderna no mundo, revela um relatório da ONG Walk Free Foundation, que será divulgado na noite desta segunda-feira (30) e ao qual o G1 teve acesso.
O Índice Global da Escravidão estima que o Brasil tenha 161 mil pessoas em condições análogas à de escravos. Proporcionalmente à população, o país tem uma incidência baixa (0,078%), melhor que a de seus vizinhos. Levando em conta o indicador, figura apenas na 151ª posição entre 167 nações ao redor do globo. Nas Américas, fica atrás 
apenas de EUA e Canadá.

Cinco países do mundo (Índia, China, Paquistão, Bangladesh e Uzbequistão) comportam 58% do total de "escravizados". Somente a Índia abriga 18,4 milhões de pessoas em situação de escravidão.

Em termos proporcionais, quem encabeça o ranking é a Coreia do Norte. A estimativa é que 1 em cada 20 pessoas, aproximadamente, esteja nessa situação no país asiático (1,1 milhão no total). O relatório ainda faz uma ressalva de que se trata de um número "conservador", já que as informações no país são difíceis de verificar. "Há evidência de que há cidadãos submetidos a trabalhos forçados pelo Estado, incluindo prisioneiros políticos. E relatos dão conta de que indivíduos são forçados a trabalhar por longas horas no campo e nos setores de construção, mineração e vestuário, com punições duras para os que não cumprem determinadas metas."

Segundo o relatório, estudos mostram que a pobreza e a falta de oportunidade desempenham um papel importante no aumento da vulnerabilidade à escravidão moderna. "Eles também apontam para desigualdades sociais e estruturais mais profundas que permitem que a exploração persista, como a xenofobia, o patriarcado, as castas e as discriminações de gênero."

O presidente da Walk Free Foundation, Andrew Forrest, diz que "a escravidão é repugnante, mas totalmente evitável". "Diferentemente de grandes epidemias mundiais, como a malária e a Aids, a escravidão é uma condição humana criada pela própria humanidade. E é preciso acabar com ela, não permitindo que as gerações futuras cedam a essa prática hedionda."

O fundador da ONG afirma ainda que está nas mãos de líderes de todos os segmentos mudar esse quadro. "Líderes das principais economias mundiais - Estados Unidos, China, Japão, Alemanha, Reino Unido, França, Brasil, Itália, Rússia e Índia - precisam fazer com que o mundo dos negócios se importe com essa questão, exigindo, por meio de leis, foco na transparência da cadeia de produção de todos os bens e serviços importados ou vendidos em seus países. O Brasil foi um dos primeiros líderes neste campo, pioneiro", diz Forrest, fazendo referência à "lista suja" do trabalho escravo, que reúne empregadores flagrados utilizando mão-de-obra escrava. O Reino Unido, que promulgou o chamado `Modern Slavery Act 2015`, também é citado como exemplo a ser seguido.

Brasil
Apesar de proporcionalmente à população o Brasil ter uma incidência mais baixa que países como Portugal, República Tcheca, Itália e até Finlândia, em números absolutos o país está na 41ª posição - isto é, longe de erradicar a prática.

Numa escala de 0 a 100, o país aparece com 56,85 no quesito "resposta governamental" à prática (quando há serviço de apoio a vítimas, criminalização dos infratores e outras políticas adotadas). O relatório diz que, se for levado em conta o PIB per capita, a atuação do Brasil no combate à escravidão moderna merece destaque. "Filipinas, Geórgia, Brasil, Jamaica e Albânia estão fazendo grandes esforços, apesar de terem relativamente menos recursos que países mais ricos", diz a ONG.

Dados do Ministério do Trabalho mostram que, em 20 anos, quase 50 mil trabalhadores já foram libertados no Brasil pelos grupos móveis de fiscalização.  Os grupos atuam desde 1995. As equipes são compostas de auditores fiscais, procuradores do Trabalho e policiais federais ou rodoviários federais e viajam para realizar as blitzes para evitar pressões de grupos políticos e empresariais em fiscais locais. Uma página especial mostra um raio X do problema no país.

No Brasil, o Código Penal define uma pena de reclusão de dois a oito anos e multa para quem "reduz alguém a condição análoga à de escravo, quer submetendo-o a trabalhos forçados ou a jornada exaustiva, quer sujeitando-o a condições degradantes de trabalho, quer restringindo, por qualquer meio, sua locomoção em razão de dívida contraída com o empregador ou preposto".
Apesar de elogiar a atuação do Brasil, o relatório da Walk Free Foundation critica a suspensão, no final de 2014, da "lista suja" pelo Supremo Tribunal Federal. A divulgação dos nomes só foi liberada pelo STF nesta semana.

O índice
Como as definições de escravidão variam de lugar para lugar (desde trabalho forçado e tráfico humano a casamento forçado), o relatório leva em conta todas as situações de exploração que uma pessoa não é capaz de se livrar, em razão de ameaça, violência, coação ou abuso de poder.

A Walk Free Foundation utiliza diversas variáveis para estabelecer os indicadores de prevalência, vulnerabilidade e de resposta por parte dos governos. Para chegar ao número de escravizados, por exemplo, foram feitas mais de 42 mil entrevistas em 53 idiomas diferentes pelo mundo. As estimativas são baseadas nos resultados dessa pesquisa (extrapolados para países com equivalentes perfis de risco). A metodologia foi desenvolvida por um grupo de trabalho formado por peritos independentes e reconhecidos mundialmente.

O índice, segundo a ONG, tem como objetivo se tornar "uma ferramenta para que os cidadãos, organizações não governamentais, empresas e funcionários públicos entendam o tamanho do problema e os fatores que contribuem para que ele exista e possam defender e construir políticas sólidas para erradicar a escravidão moderna".

Essa é a terceira edição do Índice Global da Escravidão. Na primeira, em 2013, a estimativa girava em 29,8 milhões de escravos no mundo. O relatório completo pode ser acessado no site.

segunda-feira, novembro 03, 2014

FÓRUM INTERNACIONAL SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHO

FÓRUM INTERNACIONAL





Rapaz morre eletrocutado durante trabalho em frigorífico

Data: 26/10/2014 / Fonte: O Diário Londrina 
Jaguapitã/PR - Um rapaz de 25 anos morreu eletrocutado no início da noite de sábado (25), enquanto trabalhava em um frigorífico no município de Jaguapitã (55 km de Londrina). Carlos Klite levou a descarga elétrica quando fazia a manutenção de uma caldeira.

Apesar da alta voltagem, ele chegou a ser socorrido com vida e encaminhado a um hospital local, porém, após a tentativa de reanimação, ele não resistiu, morrendo em seguida.

A Polícia Civil vai instaurar um inquérito para investigar as circunstâncias deste acidente de trabalho que terminou em morte. Klite seria morador de Santa Catarina e trabalhava para uma empresa terceirizada que prestava serviços ao frigorífico.

segunda-feira, outubro 27, 2014

Honda deverá conceder pausas

Honda deverá conceder pausas de 60 minutos ao dia

Data: 20/10/2014 / Fonte: MPT-AM/RR 

Manaus/AM - A empresa Moto Honda da Amazônia Ltda e o Ministério Público do Trabalho firmaram acordo para o setor de fabricação e montagem de veículos automotores, prevendo pausas de recuperação de fadiga de 60 minutos diários, computados como jornada de trabalho, bem como adequação dos postos de trabalho para todos os empregados da linha de produção da unidade em Manaus que conta com cerca de 8.000 empregados.

O acordo formalizado com os Procuradores do Trabalho que integram o Grupo de Trabalho em Ergonomia para o Polo Industrial de Manaus estabelece cronograma para implantação de pausas. A partir de janeiro de 2015 elas serão de 40 minutos, evoluindo progressivamente até o patamar de 60 minutos em janeiro de 2017.

A adequação atende o item 17.6.3 da NR 17 do Ministério do Trabalho e Emprego, que estabelece a necessidade de pausas em caso de sobrecarga estática e dinâmica de membros superiores e inferiores. A avaliação dos riscos em razão de atividades repetitivas foi feita com base na NBR-ISO 11.228-3, da ABNT. O objetivo é evitar o adoecimento dos trabalhadores submetidos diariamente aos esforços repetitivos que a atividade exige.

Além das pausas a empresa deverá adequar os postos de trabalho, mobiliário, bancadas e painéis a fim de proporcionar condições de boa postura, visualização e operação; adotar medidas de redução do calor; utilizar meios adequados para o deslocamento manual de cargas; não prorrogar a jornada em atividades insalubres, dentre outras.

Segundo o Auditor-Fiscal do Trabalho Paulo Roberto Cervo, para o segmento de duas rodas do polo industrial de Manaus, a adequação das condições de trabalho exige "além das pausas de recuperação de fadiga a conjugação de diversas medidas como a redução da altura de postos de trabalho que exigem elevação frequente de membros superiores, utilização de ferramentas adequadas para evitar vibrações e uso excessivo de força, redução do calor nos ambientes e proibição de jornada em atividades insalubres".

De acordo com o Procurador do Trabalho Renan Kalil, titular do procedimento investigativo, trata-se de acordo inédito para o segmento de duas rodas. "A introdução de pausas para recuperação de fadiga é medida fundamental para assegurar a saúde dos trabalhadores e a Moto Honda incorpora uma tendência que deverá ser adotada em empresas que desenvolvam atividade econômica idêntica ou semelhante".

O Procurador do Trabalho Sandro Eduardo Sardá divide a mesma opinião do procurador Renan." A Moto Honda, maior empresa do polo industrial de Manaus, ao instituir pausas de 60 minutos ao dia, adota medida exemplar quanto a proteção à saúde, postura que deve ser seguida por todas as montadoras de veículos do país", afirma.

O Procurador do Trabalho Heiler Natali espera que o acordo com a Moto Honda da Amazônia estimule a indústria automobilística a adotar pausas de recuperação de fadiga em idêntico patamar, sem que, para tanto, seja necessário a intervenção do Ministério Público.


Operário morre

Operário morre após ser soterrado em mineradora de Vilhena, RO
Data: 21/10/2014 / Fonte: G1


Vilhena/RO - Um operário de 57 anos morreu soterrado após sofrer um acidente de trabalho em uma mineradora de areia em Vilhena (RO), município a cerca de 700 quilômetros de Porto Velho. De acordo com o Corpo de Bombeiros, o acidente aconteceu no fim da tarde de segunda-feira (20) quando dois homens trabalhavam com um maquinário no Jardim Piracolino e parte do barranco cedeu, soterrando um dos trabalhadores.

Segundo o Corpo de Bombeiros, a vítima não conseguiu sair a tempo. O outro trabalhador, por estar mais afastado da parede de areia, conseguiu correr, mas acabou ficando com parte do corpo presa. Um companheiro de trabalho da empresa estava do lado de fora da mineradora viu o acidente e correu para socorrer.

Para tentar retirar o homem soterrado, os bombeiros precisaram da ajuda de trabalhadores e familiares da vítima. O corpo estava debaixo de dois metros de areia e, conforme era retirada a argila, o barranco voltava a desmoronar.

Após 50 minutos de escavação, os bombeiros encontraram o corpo do operário já sem vida. O outro trabalhador estava em choque e os bombeiros informaram que ele não quis ser encaminhado ao Hospital Regional de Vilhena.

terça-feira, outubro 21, 2014

Assédio moral contra grávidas


Linknet condenada por assédio moral contra grávidas
Data: 16/10/2014 / Fonte: MPT
Brasília/DF - O Ministério Público do Trabalho no distrito Federal (MPT-DF) conseguiu a condenação da Linknet Tecnologia e Telecomunicações pela prática de assédio moral contra funcionárias grávidas. Pela irregularidade, a companhia terá que pagar dano moral coletivo de R$ 2 milhões. Com o acórdão, a empresa também deve cessar qualquer tipo de assédio e discriminação contra as grávidas, caso contrário, terá que pagar multa de R$ 10 mil.

A decisão é resultado de recurso movido pelo MPT contra sentença da 9ª Vara do Trabalho de Brasília, que julgou não haver elementos suficientes para configuração de assédio. No entanto, o Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 10ª Região reformou a decisão e deu ganho de causa ao Ministério Público. "Considero caracterizado o assédio moral pela discriminação praticada pelo gerente da empresa", afirmou o desembargador Mário Macedo Fernandes Caron, relator do acórdão.

Discriminação - Investigação do MPT comprovou que as trabalhadoras eram obrigadas a ficar em salas isoladas dos demais empregados, sem desempenhar qualquer atribuição, em locais de pouca ventilação e com banheiros distantes. "Todas as trabalhadoras ouvidas relataram situações vivenciadas no ambiente de trabalho, em decorrência de sua gestação, que indubitavelmente caracterizam assédio moral e discriminação", afirmou o procurador do Trabalho Valdir Pereira da Silva, autor da ação.

Além da condição insalubre, prejudicial à saúde da mãe e do bebê, a Linknet, segundo depoimentos, ameaçou demitir quem procurasse o MPT para denunciar a situação. Também comunicou às gestantes que ao término do prazo legal de retorno às atividades, seriam demitidas.

Processo nº 0001292-72.2012.5.10.0009

quinta-feira, outubro 16, 2014

impacto dos agrotóxicos na Bacia do Juruena

Pesquisa avaliará impacto dos agrotóxicos na Bacia do Juruena
Data: 10/10/2014 / Fonte: MPT
Cuiabá/MT - O Ministério Público do Trabalho (MPT) e a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) firmaram, em setembro, um Termo de Cooperação Técnica que possibilitará investigar o impacto que a utilização de agrotóxicos causa à saúde de trabalhadores e moradores de algumas cidades localizadas na região da Bacia do Juruena. O projeto de pesquisa será custeado por meio das destinações de multas e condenações obtidas pelo MPT em ações judiciais, e desenvolvido pelo Núcleo de Estudos Ambientais e Saúde do Trabalhador (NEAST) do Instituto de Saúde Coletiva (ISC).

A procuradora-chefe do MPT em Mato Grosso, Marcela Monteiro Dória, falou sobre a parceria entre MPT e universidade. "Por intermédio do termo de cooperação técnica, teremos dados mais concretos sobre os prejuízos causados à saúde dos trabalhadores pela exposição indevida aos agrotóxicos, possibilitando a ampliação da atuação do MPT, tanto de maneira repressiva quanto preventiva".

De acordo com dados do Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso (Indea), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatístiva (IBGE) e do Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola (Sindag) de 2013, Mato Grosso é o campeão brasileiro na utilização de agrotóxicos para o plantio. Só no ano passado, 140 milhões de litros foram utilizados nas lavouras, principalmente herbicidas, inseticidas e fungicidas. Essa quantidade equivale a cerca de 43 litros de veneno por pessoa no estado.

Para o procurador do Trabalho Leomar Daroncho, coordenador do Fórum Mato-grossense de Combate aos Impactos dos Agrotóxicos, levantamentos como esse despertam a preocupação não apenas da comunidade científica, mas de toda a sociedade brasileira. "Apesar do amplo conhecimento técnico acerca dos efeitos maléficos dos agrotóxicos, que incluem vários casos de contaminação de trabalhadores, do consumidor e do meio ambiente, é importante identificar de forma mais precisa a presença dos resíduos no meio ambiente. Por isso é fundamental a interação entre as instituições - MP e Universidade - para que a atuação se dê de forma qualificada", conclui.