Carteiros x Cachorros
Mato Grosso do Sul - Um número impressionante: nos últimos anos, quatro mil carteiros foram atacados por cachorros no Brasil. Por isso, em Mato Grosso do Sul, empresas estão oferecendo a funcionários treinamento de defesa. Tiago Garcia voltou ao trabalho esta semana. Ficou 15 dias afastado, depois que foi mordido por um cão. “O cliente acha que o cachorro é adestrado e obedece a ele naquele exato momento. Mas quando há uma pessoa estranha, ele não obedece nem ao próprio dono”, sabe o leiturista.Parece um trabalho tranqüilo: olhar o medidor de água, de energia elétrica e marcar o que foi consumido. Mas para os leituristas, o perigo é constante. Basta um descuido na hora de colocar o braço para dentro da grade que o ataque é certo.Um funcionário dos Correios também não escapou da fúria dos cães. Foram 140 dias de afastamento.Segundo os Correios, em todo o Brasil, 20% dos acidentes de trabalho entre carteiros são causados por ataques de cães. Nos últimos anos, foram quase quatro mil. Funcionários da empresa que distribui água em Campo Grande estão aprendendo a enfrentar o perigo.“Se ele está com a orelha empinada, pode ter certeza de que vai querer te morder. O pêlo dele também vai ficar arrepiado”, aprendeu um deles. As técnicas para se defender são repassadas pela tropa de choque da Polícia Militar, especialistas em adestramento de cães. Os policiais ensinam como se proteger durante um ataque.“Não podemos movimentar o braço ou a perna, porque vai aumentar o ferimento”, diz um aluno. “Estamos treinando nosso pessoal, dando essa palestra, mas se a população não se conscientizar, mantendo o animal preso e tomando os devidos cuidados, acidentes vão continuar acontecendo, não só com nosso pessoal, mas com os outros todos que estão por aí, crianças, toda a população mesmo”, alerta o gerente comercial Sidney Marques.Em uma casa, na hora de construir o muro, os donos se preocuparam com a segurança dos leituristas: o relógio de energia e o hidrômetro ficam bem visíveis e os cães, bem distantes do funcionário. “Todo mundo deveria fazer isso, porque às vezes não tem ninguém em casa, todo mundo trabalha e como ele vai fazer?”, diz a dona de casa Maria Rosa Santos.
quinta-feira, abril 03, 2008
Carteiros x Cachorros
Mato Grosso do Sul - Um número impressionante: nos últimos anos, quatro mil carteiros foram atacados por cachorros no Brasil. Por isso, em Mato Grosso do Sul, empresas estão oferecendo a funcionários treinamento de defesa. Tiago Garcia voltou ao trabalho esta semana. Ficou 15 dias afastado, depois que foi mordido por um cão. “O cliente acha que o cachorro é adestrado e obedece a ele naquele exato momento. Mas quando há uma pessoa estranha, ele não obedece nem ao próprio dono”, sabe o leiturista.Parece um trabalho tranqüilo: olhar o medidor de água, de energia elétrica e marcar o que foi consumido. Mas para os leituristas, o perigo é constante. Basta um descuido na hora de colocar o braço para dentro da grade que o ataque é certo.Um funcionário dos Correios também não escapou da fúria dos cães. Foram 140 dias de afastamento.Segundo os Correios, em todo o Brasil, 20% dos acidentes de trabalho entre carteiros são causados por ataques de cães. Nos últimos anos, foram quase quatro mil. Funcionários da empresa que distribui água em Campo Grande estão aprendendo a enfrentar o perigo.“Se ele está com a orelha empinada, pode ter certeza de que vai querer te morder. O pêlo dele também vai ficar arrepiado”, aprendeu um deles. As técnicas para se defender são repassadas pela tropa de choque da Polícia Militar, especialistas em adestramento de cães. Os policiais ensinam como se proteger durante um ataque.“Não podemos movimentar o braço ou a perna, porque vai aumentar o ferimento”, diz um aluno. “Estamos treinando nosso pessoal, dando essa palestra, mas se a população não se conscientizar, mantendo o animal preso e tomando os devidos cuidados, acidentes vão continuar acontecendo, não só com nosso pessoal, mas com os outros todos que estão por aí, crianças, toda a população mesmo”, alerta o gerente comercial Sidney Marques.Em uma casa, na hora de construir o muro, os donos se preocuparam com a segurança dos leituristas: o relógio de energia e o hidrômetro ficam bem visíveis e os cães, bem distantes do funcionário. “Todo mundo deveria fazer isso, porque às vezes não tem ninguém em casa, todo mundo trabalha e como ele vai fazer?”, diz a dona de casa Maria Rosa Santos.
quarta-feira, abril 02, 2008
Fortaleza/CE - Policiais militares que comandam os destacamentos nas cidades do interior e que acumulam a função de chefe das unidades da Polícia Civil reclamam que não recebem gratificação por nenhum dos dois cargos. Citam o caso da falta de armas adequadas e modernas, coletes à prova de balas e outros equipamentos necessários para o enfrentamento à delinqüência.A situação é melhor nas cidades onde há batalhões e companhias, que são unidades com maior efetivo e respondem pela segurança de regiões inteiras. Mas, nas cidades pequenas, os policiais usam armas já obsoletas - a maioria, revólveres de calibre 38 - e não recebem munição regularmente.EscalaOs reduzidos efetivos são desfalcados ainda quando algum dos policiais entra de férias ou, por motivo de doença, é obrigado a permanecer sob Licença Para Tratamento de Saúde (LTS). Não há substitutos.Em praticamente todos os Municípios do Interior, a Polícia Militar - através do Comando-Geral - determinou o regime de escala de 72 por 72 horas, isto é, o policial trabalha três dias e folga outros três. Durante os dias de serviço, os PM ficam hospedados na própria sede do destacamento, geralmente, com poucas condições de higiene e alimentação.
terça-feira, abril 01, 2008
Sorriso/MT - Um operador de colheitadeira morreu terça, 17, após um acidente de trabalho na fazenda onde colhia soja, aproximadamente 12km de Sorriso. Valdecir Pires Celestino, 26 anos, havia parado a máquina para retirar os resíduos da soja que estavam presos no caracol (um dos sistemas básicos de alimentação, que fica na plataforma e puxa a oleaginosa). Mas, de acordo com a Polícia Civil, ele não desligou a máquina "e foi retirar o capim que havia ficado preso, mas desceu (da colheitadeira) e acabou puxado pelo braço. Seu tronco foi esmagado, causando morte instantânea", declarou um investigador. Valdecir nem chegou a ser encaminhado ao Hospital Regional, para receber os primeiros socorros. O corpo do operador foi trasladado para Mangueirinha (PR), onde moram seus familiares.
segunda-feira, março 31, 2008
Acima do limite
Processo de desengraxe em indústrias galvânicas expõe trabalhadores a riscos de contaminaçãoQuatro empresas entre as estudadas pelo Serviço Social da Indústria de São Paulo para a elaboração do Manual de Segurança e Saúde do Trabalho (SST) para Indústrias Galvânicas, utilizam percloroetileno a quente no desengraxe das peças para posterior cromeação. Com o objetivo de avaliar a exposição dos trabalhadores ao agente, foram coletadas quatro amostras de ar junto às zonas respiratórias de trabalhadores, as quais foram analisadas por cromatografia gasosa. Os resultados foram comparados com os parâmetros estabelecidos pela NR-15 (LT - 78 ppm) e ACGIH (TLV/TWA - 25 ppm). As amostras da urina de nove trabalhadores foram dosadas para ácido tricloroacético, metabólito de percloroetileno, por espectrofotometria na região visível. Os resultados das concentrações de percloroetileno variaram de 11 a 123 ppm e as dosagens de ácido tricloroacético variaram de 0,5 a 7,0 mg L-1. Em apenas uma indústria avaliada, foi observada exposição dos trabalhadores em níveis aceitáveis, o que pode ter ocorrido pelo melhor sistema de proteção ou devido a menor utilização de percloroetileno no período da avaliação.A conclusão é que, em geral, o processo de desengraxe expõe os trabalhadores a percloroetileno acima dos níveis admissíveis. Isso leva à recomendações de providências de controle, como a eliminação da fonte de contaminação e melhoria dos esquemas de segurança através de medidas administrativas ou por Equipamentos de Proteção Coletiva e/ou Individual, recomendações que constam no referido Manual.
sábado, março 29, 2008
sexta-feira, março 28, 2008

APENAS UM PEQUENO DISCUIDO VEJA O QUE ACONTEU
O TRABALHADOR TEM QUE FICAR ATENTO O TEMPO TODO
quarta-feira, março 26, 2008
Empresa consegue reverter pedido de penhora on-line.
Uma recente decisão do Tribunal de Justiça paulista pode servir de precedente para diversas empresas que pretendem reverter o bloqueio on-line de suas contas correntes em ações de execução. A empresa de Plásticos Maradei Indústria e Comércio Ltda conseguiu liberar suas contas, bloqueadas por um juiz de primeira instância, com o argumento de que a iniciativa para determinar o bloqueio partiu do juiz e não da parte interessada, a Fazenda do estado.
Segundo o advogado Guilherme Gantus, sócio do escritório Gantus Advogados Associados , a decisão é importante já que é muito comum que a iniciativa de pedir penhora on-line parta do juiz, sem que haja uma demanda da parte contrária.
"Esta decisão já sinaliza que o tribunal do estado tem aceitado a argumentação das empresas penhoradas de ofício", diz.
Na opinião de Gantus, a determinação de penhora on-line sem o requerimento das partes fere o princípio da isonomia. "O juiz, no anseio de dar cumprimento à decisão não pode se precipitar em tomar providências nas quais, às vezes, a parte não tem interesse", diz.
De acordo com o advogado, existem alguns credores que preferem não entrar com o pedido de penhora on-line com o receio de que a empresa não possa sobreviver com o bloqueio das contas bancárias e, em decorrência disso, não ter como pagar a dívida.
Essa argumentação de que o juiz está limitado a decidir apenas o que a parte pediu tem sido mais aceito na Justiça comum, segundo o advogado. "Já no caso da Justiça do Trabalho, o entendimento predominante tem sido de que o juiz tem o dever de ofício de impulsionar a execução, o que dificulta a argumentação."
A decisão - A empresa apelou ao Tribunal de Justiça de São Paulo em um dos casos de execução fiscal que responde. O juiz da Vara da Fazenda Pública de Diadema (na Grande São Paulo) determinou de ofício (sem que a parte tenha pedido) a penhora on-line de ativos financeiros da companhia.
A Plásticos Maradei alegou que já existe penhora no processo e que a restrição sobre seus ativos financeiros seria uma medida desnecessária e que poderia inviabilizar as atividades da empresa. Segundo estimativa a empresa responde a processos de execuções fiscais que totalizam mais de R$ 60 milhões.
Os desembargadores da 10ª Câmara de Direito Público entenderam que o juiz não pode determinar a prática de atos em que a lei exija a iniciativa da parte. Segundo o relator, Antonio Carlos Villen "tal entendimento deve prevalecer com maior rigor nos casos em que a realização de nova penhora signifique sério riscos para as atividades do executado [empresa], como acontece com a constrição de ativos financeiros".
O relator também entendeu que a jurisprudência tem admitido o bloqueio de valores em conta corrente apenas em casos extremos, quando não tiver outros meios de satisfazer o credor. "Além de a agravada [Fazenda do Estado] não ter pedido a substituição da penhora, não se pode considerar caracterizado o esgotamento daqueles meios."
O advogado Marcelo Botelho Pupo, do Albino Advogados, também acredita que a decisão do tribunal foi a mais acertada. "Esta reversão é correta na medida que o juiz só pode agir a pedido da parte e a penhora on-line só pode ser uma medida de exceção", diz.
Segundo ele, os juízes têm exagerado no uso da penhora on-line e as empresas continuam sofrendo uma série de problemas, como o bloqueio de diversas contas bancárias, que inviabilizam seus negócios. "A Justiça tem o dever de reverter a penhora em casos em que a demanda partiu do juiz ou que não tenham sido esgotadas as outras possibilidades", diz.
Para tentar acabar com transtorno causado às empresas que tem mais de uma conta bloqueada, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) divulgou no início deste mês que vai normatizar o sistema de penhora on-line de contas bancárias.
A decisão foi tomada no julgamento de um pedido de providências feito por algumas empresas do Grupo Pão de Açúcar, por causa de penhora múltipla realizada pelo sistema de penhora on-line (Bacen Jud ) em contas da companhia e de seus diretores. O Grupo Pão de Açúcar reclamou no conselho que teve dez contas bloqueadas para a cobrança de uma dívida de apenas R$ 28 mil reais.
Decisão do Tribunal de Justiça paulista favorável à Plásticos Maradei Indústria e Comércio pode ser precedente a empresas que querem reverter o bloqueio on-line de contas correntes em ações de execução.
terça-feira, março 25, 2008
Cresce participação feminina no mercado de trabalho, diz OIT
O número de mulheres no mercado de trabalho mundial aumentou em 200 milhões na última década e é o mais alto da história, segundo um relatório divulgado pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) na quinta-feira, 13. No entanto, segundo o relatório Tendências Globais para o Emprego de Mulheres 2008, divulgado para coincidir com o Dia Internacional da Mulher, no sábado, as trabalhadoras ainda estão mais expostas que os homens a empregos vulneráveis, de baixa produtividade e baixos salários. O relatório afirma que o número de mulheres no mercado de trabalho chegou a 1,2 bilhão em 2007, em comparação a 1,8 bilhão de homens. "As mulheres continuam entrando na força de trabalho no mundo todo em grandes números. Este progresso, no entanto, não deve obscurecer as claras desigualdades que ainda existem nos locais de trabalho em todo o mundo", afirma o secretário-geral da OIT, Juan Somavia.
segunda-feira, março 24, 2008
O medo é uma coisa boa ou ruim? Para muitos, o medo tem uma conotação de desafio, aventura e adrenalina que impulsiona o ser humano, portanto, um aspecto positivo. Há, também, os que encontram-se aprisionados por ele, impedidos de fazer algo, inibidos, limitados, ou seja, um aspecto negativo. Qual a medida certa de todo esse aparato de sentimentos? Qual a conclusão para essa equação aparentemente complexa? Qual a relação do medo com a segurança, principalmente, com a Segurança no Trabalho? No início de nossos tempos, quando o homem não era dotado da razão, o medo era o fator preponderante para sua sobrevivência.O medo em excesso gera os fóbicos que não saem de casa e não se relacionam com ninguém. Já a falta de medo faz-se presente nos heróis (encontrados em cemitérios, hospitais e estatísticas do INSS), que são aqueles que dirigem embriagados, fazem sexo sem camisinha, ou seja, que não respeitam as normas básicas de segurança.O que proponho é o medo saudável, termo criado por mim para caracterizar o medo que protege e preserva, presente na mãe que retira do alcance de seu filho todos os produtos químicos ou objetos pontiagudos; no pai de família que faz a revisão de seu automóvel regularmente e principalmente antes de uma viagem e no trabalhador do ambiente industrial que conhece e pratica as normas de segurança de sua empresa e usa corretamente seus EPIs.RotinaMedo, prevenção e segurança. Pode parecer estranho, mas são amigos inseparáveis, mesmo que muitos, por questões pessoais ou culturais, esqueçam, se não o mais importante e o mais original. Em um ambiente industrial, podemos identificar alguns fatores que exemplificam como a falta ou a atenuação do medo pode ser a causa de acidentes no trabalho: o tempo de relacionamento/exposição do empregado com a atividade/equipamento e situação de risco, o que favorece o surgimento de um sentimento de cumplicidade entre ambos. Atividades antes desaconselhadas, com o tempo, passam a fazer parte da rotina de trabalho. O medo (a precaução) é esquecido ou atenuado fazendo surgir os atos inseguros.Autor: Giovane de Almeida Castro
quarta-feira, março 05, 2008
segunda-feira, março 03, 2008
Cortinas de luz resguardam operador e equipamento
Boituva/SP - A Ace Schmersal, multinacional alemã fabricante de equipamentos para automação e segurança industrial, acaba de lançar a SLC 410, uma nova linha de cortina de luz. O dispositivo ótico, segundo a Ace Schmersal, garante tanto a segurança de operadores quanto da própria máquina (contra possíveis danos). O produto pode ser utilizado em prensas, células robotizadas, paletizadoras e dobradeiras, entre outros equipamentos. Dependendo do modelo e da resolução escolhida, a linha SLC 410 é capaz de detectar qualquer parte do corpo de uma pessoa nas proximidades da zona de risco, o que faz com que a máquina tenha seu movimento interrompido. Com grau de proteção IP 65, a cortina de luz segue as normas EN 954-1, NBR 14153 e EN 61496-1/-2, além de atender às exigências do PPRPS (Programa de Prevenção de Riscos em Prensas e Similares). Informações adicionais: (15) 3263 9800 ou www.aceschmersal.com.br.
terça-feira, fevereiro 26, 2008
Falta de segurança deixa frentistas vulneráveis
Salvador/BA - Funcionários de postos de combustíveis trabalham com risco iminente de acidentes. Além do ambiente de trabalho ser aberto, sem haver nada que limite a velocidade de acesso dos carros, o combustível é um produto altamente inflamável e exige cuidados específicos. Esta semana dois atropelamentos, um em Salvador/BA e outro em Ribeirão Preto/SP chamaram atenção para a vulnerabilidade dos trabalhadores de postos. Para o vice-presidente do Sindicato dos Proprietários dos Postos de Combustíveis (Sindcombustíveis) , José Augusto Costa, os acidentes correspondem a fatos isolados, não corriqueiros. “Riscos sempre existem em qualquer lugar, o atropelamento poderia ter sido na porta de casa, por exemplo”, diz. Já o presidente Sindicato dos Trabalhadores em Postos de Combustíveis da Bahia (Sinposba), Antonio Manoel Ferreira, afirma que há uma série de ocorrências envolvendo funcionários de postos, desde assaltos, com vítima, a acidentes provocados pela falta de estrutura física, mas não são contabilizados em estatísticas. “O pessoal não denuncia porque teme represália e esta é a única fonte de renda“.
Vítimas O frentista baiano, Joel Paulo dos Santos, 30 anos, foi enterrado na manhã de quarta-feira, 13, no cemitério Campo Santo. Joel chegou a ser atendido no Hospital Geral do Estado, mas não resistiu. O acidente aconteceu no posto Chaminé, Rio Vermelho, quando um veículo em alta velocidade invadiu o local e o atingiu. O dono do estabelecimento, Giovani Ferreira, lamenta o acontecido. “Temos uma área grande de desaceleração, não ficamos na beira da via, tem espaço a vontade”. Giovani deu todo apoio necessário a família e disse que contribuirá com o que legalmente lhe couber. A 7ª delegacia investiga o caso. Em São Paulo, na cidade de Ribeirão Preto, o frentista Carlos Pereira foi atropelado por um jovem de 19 anos que dirigia embriagado.
terça-feira, fevereiro 19, 2008
A Dräger Safety fabrica protetores respiratórios que atendem às necessidades dos clientes. Prova disso é que a empresa acaba de ganhar o Prêmio de Proteção Respiratória da Frost & Sullivan, empresa de consultoria e inteligência de mercado. A premiação é resultado de uma análise que leva em conta aspectos técnicos, de segurança, praticidade, conforto e design dos produtos. Os avaliadores do prêmio foram os próprios consumidores (dos Estados Unidos e da Europa). Na categoria de proteção respiratória, que teve 11 fabricantes examinados, eles elegeram a Dräger como a melhor empresa fornecedora do equipamento. A Dräger Safety oferece desde máscaras de proteção contra poeira até respiradores purificadores de ar motorizados, respiradores autônomos, de ar comprimido, e respiradores filtrantes e autônomos de fuga.
A Dräger Safety fabrica protetores respiratórios que atendem às necessidades dos clientes. Prova disso é que a empresa acaba de ganhar o Prêmio de Proteção Respiratória da Frost & Sullivan, empresa de consultoria e inteligência de mercado. A premiação é resultado de uma análise que leva em conta aspectos técnicos, de segurança, praticidade, conforto e design dos produtos. Os avaliadores do prêmio foram os próprios consumidores (dos Estados Unidos e da Europa). Na categoria de proteção respiratória, que teve 11 fabricantes examinados, eles elegeram a Dräger como a melhor empresa fornecedora do equipamento. A Dräger Safety oferece desde máscaras de proteção contra poeira até respiradores purificadores de ar motorizados, respiradores autônomos, de ar comprimido, e respiradores filtrantes e autônomos de fuga.
A Dräger Safety fabrica protetores respiratórios que atendem às necessidades dos clientes. Prova disso é que a empresa acaba de ganhar o Prêmio de Proteção Respiratória da Frost & Sullivan, empresa de consultoria e inteligência de mercado. A premiação é resultado de uma análise que leva em conta aspectos técnicos, de segurança, praticidade, conforto e design dos produtos. Os avaliadores do prêmio foram os próprios consumidores (dos Estados Unidos e da Europa). Na categoria de proteção respiratória, que teve 11 fabricantes examinados, eles elegeram a Dräger como a melhor empresa fornecedora do equipamento. A Dräger Safety oferece desde máscaras de proteção contra poeira até respiradores purificadores de ar motorizados, respiradores autônomos, de ar comprimido, e respiradores filtrantes e autônomos de fuga.
segunda-feira, fevereiro 18, 2008
A taxa de incidência de acidentes do trabalho entre as pessoas de 16 a 34 anos de idade foi de 58,4 por mil vínculos de emprego, em 2006, enquanto a média nacional ficou em 18,6, de acordo com o Anuário Estatístico de Acidentes de Trabalho, de 2006, publicação conjunta dos Ministérios da Previdência Social e do Trabalho e Emprego, divulgado na última semana de janeiro. Essa incidência entre os mais jovens, no entanto, tem sido constante nas pesquisas divulgadas pelos dois órgãos. “É preocupante”, afirma o secretário de Políticas de Previdência Social, Helmut Schwarzer. Os números, segundo ele, revelam que os jovens, ao serem incluídos no mercado de trabalho, executam atividades mais perigosas e de maior risco. Para restringir acidentes em função de ambientes inseguros de trabalho, é necessário que, em todo o ensino regular (fundamental, médio e superior), além dos diversos cursos profissionais e o Sistema S, mantenham currículos mínimos em matéria de Saúde e Segurança do Trabalho. É que a maior probabilidade de acidentes desse grupo etário decorre também da falta de experiência profissional. Além de campanhas de prevenção, os empresários devem observar mais rigorosamente as normas regulamentadoras de Saúde e Segurança do Trabalho, intensificar os treinamentos, principalmente das pessoas mais jovens, e modificar de fato os ambientes inseguros de trabalho. Entre as normas estão o Programa de Controle Médico nas Empresas (PCMSO) e o Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA). Com essas ações é possível reduzir as despesas da Previdência Social, que somente em 2007 gastou cerca de R$ 5,075 bilhões em benefícios acidentários decorrentes dos acidentes, doenças e mortes no trabalho. Regiões Os dados do Anuário Estatístico de Acidentes de Trabalho de 2006, divulgados na última semana de janeiro, mostram que a incidência de acidentes em todas as faixas etárias é proporcional ao tamanho do mercado de trabalho em cada região. O Sudeste, por exemplo, concentra 57,14%, das ocorrências. Só no município de São Paulo foram registrados, em 2006, 45.473 acidentes de trabalho em 2006, que resultaram em 114 mortes. Em seguida, ficou o Rio de Janeiro, com 20.524 casos e 66 mortes, e Porto Alegre, com 11.453 acidentes e 14 mortes.
sexta-feira, fevereiro 15, 2008
quinta-feira, fevereiro 14, 2008
Controlando o risco
Este artigo analisa as modalidades de exposição acidental aos fluídos corporais no pessoal da obstetrícia da Fundação IRCCS da Policlínica San Matteo de Pavia no período de 1994 a 2005. Observa-se que o fenômeno acidental refere-se, sobretudo, aos empregados com menos de cinco anos de serviço. O contágio ocorre, principalmente, por picada de agulha ou por instrumento cortante contaminado, ou ainda, por respingo de material biológico, freqüentemente, sem a presença de dispositivos de proteção individual. Mesmo que em alguns casos o contato tenha ocorrido com fluídos biológicos provenientes de fontes infectadas, não foi documentado nenhum caso de soroconversão no pessoal envolvido. A fim de reduzir o risco global de infecção por patógenos via transmissão hematológica, na categoria de profissionais analisada, é necessária uma atuação por parte das empresas de saúde com uma estratégia que inclua: disponibilidade de dispositivos adequados para a proteção individual, formação, difusão, respeito às normas gerais de isolamento e utilização de instrumentos providos de dispositivos de segurança. Transmissão Os profissionais da saúde estão sob risco de infecção via transmissão hematológica através da exposição ao sangue e a outros líquidos biológicos de pacientes infectados. Não obstante às recomendações, amplamente dirigidas aos profissionais de saúde, o número de exposições e de infecções acidentais permanece elevado. Estão documentados, de fato, casos de transmissão de HBV (hepatite B), HCV (hepatite C) e HIV (Aids), seja através da exposição percutânea (picadas e cortes) ou através de exposições mucocutâneas (contaminação de mucosa ou pele lesada). Tais eventos dependem da freqüência de exposição a riscos, da prevalência da doença na população (fonte), da eficácia das medidas pós-exposição e da probabilidade de infecção, uma vez ocorrido o contato com um paciente infectado. Resultados Foram identificados entre o pessoal da obstetrícia 44 acidentes ocupacionais de risco biológico, 25 (57%) relativos a lesões com objetos cortantes contaminados e 19 (43%) referentes a contato cutâneo-mucosa com líquidos biológicos. Tais exposições dizem respeito a um total de 15 estudantes e 29 enfermeiras diplomadas. O tempo de serviço entre elas era inferior a cinco anos, em 64% dos casos. O andamento temporal dos contatos acidentais evidencia uma importante queda no biênio 1998-99. Foi também calculado o índice percentual de acidentes no pessoal da obstetrícia (em formação ou não) em serviço nos diversos anos. Dessa avaliação emerge que, enquanto nos grupos dos estudantes esse índice se mante-ve sempre baixo e substancialmente estável, no grupo das enfermeiras obstétricas diplomadas houve dois picos de incidência, respectivamente em 2001 e em 2004. Proteção No que se refere ao uso dos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), resultou ainda alto o número de trabalhadores que, no momento do acidente, não usavam nenhum equipamento (45% dos casos relatados). As luvas de látex resultaram ser os dispositivos mais utilizados (48%). Considerando os dados no seu conjunto, deduz-se que, na maioria dos casos (93%), o paciente-fonte era conhecido e, portanto, disponível para a execução das eventuais ulteriores avaliações sorológicas. No caso do paciente-fonte não ser conhecido, lembramos que o protocolo em uso no hospital prevê que se considerem potencialmente infectados todos os fluídos biológicos e, portanto, que sejam adotadas também as medidas de imunoprofilaxia ativa, passiva e ou de profilaxia farmacológica em caso de contato acidental. Somente em nove casos, ou seja, em 20,5% do total dos trabalhadores, não haviam realizado, anteriormente, a vacinação contra a hepatite B. Nenhuma soroconversão por acidentes ocupacionais foi registrada nas enfermeiras obstétricas no período considerado.







